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O AVC E A LINGUAGEM

Por Gonçalo Leal :: Terapeuta da Fala

In Expresso
 
 

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a maior causa de morte em Portugal. O estilo de vida sedentário e a hipertensão são os dois maiores factores de risco, para este flagelo que conduz anualmente à morte 500 mil europeus. As vitimas deste tipo de acidente apresentam, além de outras consequências, graves problemas a nível comunicacional.
A Afasia é a perturbação linguística mais comum para quem sofre um AVC. Resulta de uma lesão cerebral que afecta vários aspectos da comunicação, nomeadamente a expressão oral, compreensão da linguagem, leitura e escrita.
As complicações relacionadas com a afasia podem ir desde a incapacidade de nomear algo, até à ausência total da linguagem. Para facilitar o diálogo com a pessoa com afasia deve utilizar-se uma linguagem simples e adequada, acompanhar a conversação recorrendo a outros canais de comunicação (como o gesto), promover o contacto visual e dar tempo à pessoa para se exprimir.

 
AFASIA É A PERTURBAÇÃO LINGUÍSTICA MAIS COMUM PARA QUEM SOFRE UM AVC

 

O terapeuta da fala trabalha no sentido de restituir ao máximo as capacidades comunicativas do paciente no seu dia-a-dia.
A intervenção consiste em melhorar as perturbações, por forma a devolver o máximo de funcionalidade. Esta acção não pode ser solitária. Só uma intervenção multidisciplinar pode responder às necessidades da pessoa com afasia e orientar os familiares no processo de reabilitação.

 

 
 
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